quarta-feira, 4 de março de 2026

MAIOR E O QUE SERVE

COMO GLORIFICAR A DEUS COM O NOSSO CORPO

O DÍZIMO

Gente, saiu vídeo novo sobre um tema que divide muita gente: DÍZIMO Mas calma — não é o que você está pensando! 😅 A gente mergulhou em Hebreus 7 com o Rev. Hernandes Dias Lopes e descobriu que o dízimo é ato de adoração, não taxa da igreja. E o melhor: não é dar, é devolver. Quem aí já entendeu o dízimo como bênção em vez de peso? Comenta! 👇

segunda-feira, 2 de março de 2026

A MORDOMIA DO CORPO

Seu corpo não é apenas matéria… é **templo do Espírito Santo**. Fomos comprados por Cristo — e isso transforma a forma como vivemos, cuidamos da saúde e administramos nossos hábitos. Cuidar do corpo não é vaidade. É **responsabilidade espiritual**. Quando cuidamos da mente, das emoções e da saúde, estamos dizendo: **“Senhor, este corpo é Teu!”** 📖 *“Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo.”* (1 Coríntios 6:20) 🙏 Viva com equilíbrio. Viva com propósito. Viva para a glória de Deus. #Fé #VidaCristã #EspíritoSanto #Propósito #TeologiaReformada #Devocional #PalavraDeDeus #Cristianismo

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

A MORDOMIA DO TEMPO

É MUITO RUIM ANDAR SOZINHO

] É muito ruim andar sozinho! Em Livro de Eclesiastes 4:9–12, o sábio Salomão nos ensina que a vida em comunhão é essencial para vencer as quedas, enfrentar as lutas e cumprir o propósito de Deus. Vivemos conectados digitalmente, mas cada vez mais isolados espiritualmente. Nesta mensagem, você entenderá por que Deus nos chamou para viver em comunidade e como a comunhão fortalece a fé cristã, conforme ensinaram João Calvino, R. C. Sproul, Dietrich Bonhoeffer e John Owen, à luz do ensino de Jesus Cristo e do apóstolo Paulo de Tarso. 🙏 Compartilhe esta mensagem com alguém que precisa de comunhão hoje!

domingo, 15 de fevereiro de 2026

O PODER DA COMUNHÃO (Atos 2.42–47)

A comunhão é algo essencial na vida cristã. Sem ela, não há igreja; não há vida cristã. Como podemos definir a comunhão? O significado de comunhão (traduzido do grego koinonía) refere-se ao ato de “ter tudo em comum”. No contexto cristão, esse conceito abrange tanto a relação espiritual com Deus quanto o relacionamento prático entre os fiéis. A comunhão é essencial e vital. Ela libera um poder transformador e impactante. Essa verdade é demonstrada no impacto da igreja primitiva no primeiro século. A comunhão foi manifestada de forma tão profunda, viva e intensa que contagiou a comunidade judaica. Lucas, autor do livro de Atos, escreveu: “Louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.” O poder da comunhão cristã vai muito além de uma simples reunião social; trata-se de um estilo de vida compartilhado e de uma conexão espiritual profunda que une o cristão a Deus e aos seus irmãos. Não era algo produzido por programas ou atividades. Era algo orgânico e espiritual. Como o poder da comunhão se manifesta? Observando a prática da igreja primitiva, o poder da comunhão manifesta-se quando os crentes se relacionam “de casa em casa” e compartilham espontaneamente as dores e as alegrias uns dos outros. Não era ativismo religioso ou institucional, mas algo gerado pelo amor mútuo. O poder da comunhão, na igreja, gera capacidade de amar, perdoar, abençoar e contribuir financeiramente para o Reino e para os necessitados, sem busca por cargos ou elogios. Já no mundo, gera testemunho público, resultando em respeito social (“simpatia do povo”) e contribuição para uma sociedade mais justa. Portanto, o poder da comunhão é a ação eficaz de Deus, por meio da união dos crentes em Cristo, para a edificação, santificação e preservação do Seu povo e, assim, para mostrar ao mundo o amor de Deus por meio do amor e da comunhão entre os irmãos. Rev. Luiz Carlos IPB de Jardim Esperança

domingo, 11 de janeiro de 2026

CUIDADO: HÁ PERIGO RONDANDO VOCÊ

Nesta semana, uma notícia impactou o mundo evangélico: o escritor e pastor Phillip Yancey confessou que estava vivendo em pecado de adultério há 8 anos. Ele confessou o pecado e se autodisciplinou, abandonando o ministério pastoral. Ele era um dos mais aclamados escritores e muito respeitado no mundo evangélico. Entretanto, caiu! Um escândalo? Uma tragédia? Uma vergonha? Tudo isso pode ser verdade. Mas há algo mais sério e profundo por trás de tudo isso. As informações sobre o caso revelam que ele vivia nessa condição há 8 anos. Isto é, durante 8 anos, ele vivia aparentemente uma normalidade de vida cristã como pastor de igreja e escritor: escrevendo, ministrando, aconselhando. Tudo aparentemente normal. Qual o problema? O pecado cauteriza a nossa consciência, tira a nossa sensibilidade espiritual e, com o tempo, apaga a voz do Espírito Santo dentro de nós. Qual a consequência? Entramos em um automatismo religioso e não percebemos o quão distantes estamos de Deus, mesmo fazendo a obra de Deus. O que podemos aprender? O pecado cega, tira a sensibilidade e entorpece a consciência. Sutilmente, ele nos leva a achar que está tudo certo, pois, aparentemente, Deus está abençoando; afinal, nada muda, nada acontece de diferente. E, então, não percebemos o quão longe, distantes e alienados de Deus estamos. O pecado é um perigo real e não imaginário! Ele alcança a qualquer um, não importando sua posição, cargo ou influência. Portanto, cuidado: há perigo rondando você, rondando a nós. Por isso, Jesus disse: “Vigiai e orai.” O apóstolo Paulo disse: “Quem está em pé, olhe para que não caia.” Qual a lição que podemos aprender? Não brinque com o pecado! Ele vai destruir você. E, como Moisés disse: “O vosso pecado há de vos achar.” Então, como alguém sempre diz: “Vigia, varão!” Rev. Luiz Carlos Correa